Informativo. 26ª edição. Novembro de 2015

Por Assessoria de Imprensa
Publicada em 11 de novembro de 2015


Curso pioneiro da Fetraf certificou 76  jovens em Agricultura Familiar

Processo formativo projetou novas lideranças e proporcionou diferentes alternativas para jovens agricultores familiares dos três estados do sul do Brasil

Fazer da formação um instrumento para a construção de uma agricultura familiar com sustentabilidade, gestão e equidade de gênero foi um dos objetivos propostos para o curso de Extensão em Agricultura Familiar, Gestão e Inovação Tecnológica que certificou na última sexta-feira (06), 76 jovens agricultores familiares do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O evento final do processo formativo, de iniciativa da Fetraf-Sul em parceria com UFFS e MDA, que iniciou em 2013 e se estendeu até 2015, aconteceu na sede da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), em Chapecó, Santa Catarina. Na ocasião, mais de 200 pessoas, dos três estados do sul do país, prestigiaram a conquista dos 24 jovens do Rio Grande do Sul, 30 de Santa Catarina e 22 do Paraná. Também estiveram presentes a reitoria, direção e professores da UFFS,  deputado estadual de Santa Catarina, Dirceu Dresch, a Analista de Políticas Sociais do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Patricia Ravallet, o tesoureiro nacional da CUT, Quintino Severo, a secretária de juventude da CUT-RS, Letícia Raddatz, entidades de classe como a Cresol e lideranças da Fetraf-Brasil, Fetraf-Sul, Fetraf-RS, Fetraf-SC e Fetraf-PR.

Ao som da música “Cio da Terra”, a mística de abertura do ato formativo apresentou atuais lideranças jovens da Fetraf que também passaram por processos de formação anteriores. A coordenadora da Fetraf-RS, Cleonice Back, o coordenador da Fetraf-SC, Alexandre Bergamin e o coordenador da Fetraf-Sul, Rui Valença, caminharam em direção ao palco, semeando sementes que simbolizam a aposta na educação e também a vida do agricultor familiar.

Na mesa de abertura do cerimonial foi unânime, por parte daqueles que tomaram a palavra, a menção sobre a importância da educação e formação para a edificação de uma agricultura familiar com sustentabilidade e com gente, que aposta num novo modelo de produção, voltada para alimentação saudável, bem como, para a consolidação do sindicalismo como ferramenta de luta coletiva em prol de direitos. Também, foi evidenciada a luta conjunta da Fetraf, da UFFS e a parceria do MDA para a construção do curso, que foi pioneiro no Brasil. Igualmente, por diversas vezes, os jovens formandos foram elogiados pela persistência e crença no projeto, que se estendeu por mais tempo que o previsto inicialmente.  Após as falas, os 76 jovens agricultores familiares foram chamados, individualmente, para receberem a certificação.

A formação como estratégia da Fetraf para fortalecer a Agricultura Familiar

O coordenador da Fetraf-Sul, Rui Valença enfatizou que um dos eixos estratégicos da Fetraf é a aposta na formação. “Entendemos que o agricultor e os jovens, que serão os nossos dirigentes no futuro, precisam estar cada vez mais qualificados. E essa juventude que se forma hoje já é liderança em seus municípios”, disse. Ele falou que não é só na agricultura familiar que é preciso pensar em sucessão, mas também nos sindicatos, e que para isso, é necessário formação e que esse curso já proporciona resultados nesse sentido.  Valença destacou que atualmente oito estados brasileiros seguem a experiência da Fetraf-Sul e apostam em cursos de qualificação de jovens agricultores familiares, nos moldes do projeto “Juventude Semeando Terra Solidária”, fato que orgulha a federação por apostar nesse processo e ser pioneira.

Ouça a entrevista:

 

Um processo simbólico para a UFFS, na construção de uma universidade para a classe trabalhadora.

De acordo com o vice-reitor da UFFS, Antônio Andriolli, o curso de extensão em Agricultura Sustentável, Gestão e Inovação Tecnológica é significativo para a universidade. Esse processo é simbólico também para a UFFS, que é a universidade da classe trabalhadora”, pontuou.  O vice-reitor disse que uma das grandes missões da UFFS é servir como um instrumento a mais para a mobilização e organização dos trabalhadores. “E aqui, estamos cumprindo parte desse objetivo”, declarou ele, que convidou todos para estudarem na universidade, nos cursos de graduação, bem como, participarem da vida e dos rumos da instituição.

Andriolli afirmou que sabe da dificuldade dos jovens agricultores em estudarem num curso em regime integral, por terem que sair da propriedade e, enfatizou que a universidade está buscando se adaptar à necessidade de realizar formação em regime de alternância.

O vice reitor reiterou os compromissos da UFFS com a excelência acadêmica e com a inclusão. “A educação não tem que ser merecida, ela é um direito e a juventude é um sujeito de direito. É um compromisso do estado, assegurar isso. Juntar inclusão social  com excelência acadêmica tem sido o grande desafio dessa universidade”, relatou.

Concluindo sua fala, Antônio Andriolli, reforçou o convite para todos continuarem se qualificando e dessa forma, romper com a ideia de que agricultor é aquele que não foi estudar. “Estamos aqui invertendo a lógica. Queremos que todo agricultor possa ter a oportunidade de ingressar no ensino superior. Almejamos que o conhecimento possa ser apropriado e não apenas transferido. Construir e se apropriar de conhecimento significa também, emancipar o ser humano”, finalizou.

Processo formativo que mudou a realidade dos jovens

O coordenador do coletivo de jovens da Fetraf-RS, Douglas Cenci, explicou que essa foi uma demanda da Fetraf e da juventude, que vê cada vez mais a necessidade de formação para acompanhar a transformação da sociedade e usufruir das tecnologias e políticas públicas para a agricultura familiar. “Tivemos um processo grandioso de formação, e apesar de todos os percalços, podemos afirmar que os resultados foram muito valiosos pois pudemos perceber uma mudança efetiva na realidade dos jovens, a partir da formação”, contou. Cenci relatou que por meio do processo formativo vários jovens se tornaram lideranças, puderam incidir em suas propriedades e municípios , além de qualificar outros jovens e montar pautas da juventude em nível municipal e estadual. “Após esses dois anos de caminhada, se percebe que valeu a pena e que é possível sim fazer formação e permanecer nas propriedades”.

Ouça a entrevista:

 

A coordenadora do Coletivo de Jovens da Fetraf de Santa Catarina, Jucimara Araldi, destacou que o curso foi a realização de um sonho da Fetraf-Sul. “Não são apenas 76 jovens se formando, mas, lideranças que se construíram ao longo do processo formativo”, apontou. Jucimara salientou que além da juventude que recebeu a certificação, há também aqueles que se qualificaram nos municípios, por meio da multiplicação do conhecimento, proposta pelo curso, e que são protagonistas nos locais onde vivem. “Não basta ser liderança só nos sindicatos, tem que atuar também nas igrejas, nas escolas, nas famílias, nos partidos políticos e esse projeto foi espetacular nesse sentido”, expressou.  A coordenadora afirmou que é preciso dar continuidade e oportunidade para que outras pessoas se qualifiquem, levando a formação para todas as instâncias da Fetraf.

Conforme o coordenador do coletivo de jovens da Fetraf do Paraná, Diego Kohwald, o curso foi fundamental para fortalecer o processo organizativo da juventude da Fetraf. “A partir do curso, os jovens retomaram a organização nos municípios, nas regiões e nos estados. O processo foi um instrumento de motivação”, afirmou. Kohwald salienta o grande alcance dessa formação. “Além daqueles que participaram das turmas estaduais, o curso alcançou centenas de outros jovens via a multiplicação do conhecimento, e eles foram animados para o processo de organização da juventude”, frisou.

Novas alternativas e perspectivas de vida para os jovens agricultores familiares

O jovem Tiago Fuck, do município gaúcho de Tenente Portela ressaltou que um dos diferenciais do curso foi abordar a realidade dos jovens. “Conseguiu tratar do nosso dia a dia, do que a gente vive lá na propriedade e também, pudemos trocar várias experiências com colegas de outras regiões e estados, fato que enriqueceu o processo formativo”, afirmou. Ele contou que a partir desse conhecimento e da troca de saberes com outros colegas, está implementando na sua propriedade, a criação de abelhas e também a produção de amoras orgânicas. Fuck sinaliza que o objetivo é continuar com o  trabalho de formação no município, oportunizando qualificação para outros jovens.

O coordenador de política Agrícola da Fetraf-Brasil, Celso Ludwig, disse que a Fetraf espera que os jovens tenham sempre a visão da importância de um projeto de desenvolvimento rural sustentável para o campo, com gente e com alegria. “Estamos no caminho certo para isso, o curso ajudou muito nessa perspectiva”, pontuou.  Ele destacou ainda, que os jovens precisam focar na organização como uma ferramenta de luta e buscar soluções para melhorar a vida do agricultor familiar. “Com certeza vocês alcançarão cargos importantes no futuro, tanto nos sindicatos, nas prefeituras, nas cooperativas, e onde estiverem, queremos que lembrem disso”, finalizou.

Desafios para os jovens agricultores familiares

O tesoureiro nacional da CUT, Quintino Severo, enfatizou  a necessidade dos jovens serem protagonistas no meio onde vivem. “Precisamos ser construtores de nossos destinos e acho que vocês têm uma condição muito importante nesse momento. Antes, os agricultores não tinham essas expectativas e condições que vocês têm hoje”, alertou.

Quintino citou quatro grandes desafios que os jovens precisam vencer para consolidar a agricultura familiar:

Conquistar mais Políticas Públicas: “É necessário permitir que o jovem tenha acesso a mais informação, à cultura, enfim, aos meios que o urbano tem, exatamente para garantir que ele possa ter aquilo que ele espera”, falou.

Avançar num projeto de agricultura familiar independente e integrada: Severo sublinhou que a agricultura familiar não pode depender de intermediários e deve estar integrada em cadeia, para comercializar a produção.

Construir  uma relação forte com os urbanos: O tesoureiro disse que é preciso avançar na integração campo e cidade, para que os trabalhadores da agricultura familiar possam vender a sua produção para os trabalhadores urbanos. “Ou a gente se une enquanto classe ou não consegue integrar e avançar”, apontou.

Ampliar o acesso à formação. “A formação deve ser um objetivo permanente. Com essa formação que vocês adquiriram aqui, têm experiência para ajudar a formular propostas para vencer esses desafios”, concluiu.

Avaliação do processo formativo e confraternização final

Além da certificação, ocorrida no dia 06, aconteceu o seminário final de avaliação, na quinta-feira (05).  Na ocasião, os jovens, a Fetraf e a UFFS avaliaram os dois anos e meio do processo formativo.  Na manhã do dia 05 ocorreram painéis de avaliação com a Fetraf-Sul e a universidade. Pela parte da tarde, a avaliação foi dos jovens, que se reuniram em grandes grupos para debater os pontos positivos e as dificuldades encontradas para a realização do Curso de Extensão em “Agricultura Sustentável, Gestão e Inovação Tecnológica. Após os trabalhos, aos jovens agricultores familiares foram recepcionados numa propriedade de turismo rural, em Santa Catarina, local em que confraternizaram e comemoraram a finalização do processo formativo.

Fetraf-RS integra comitê para ampliar a comercialização da agricultura familiar no estado

A Fetraf-RS participou nesta terça-feira (10), de reunião no Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em Porto Alegre, para tratar sobre a expansão da comercialização dos produtos da agricultura familiar em órgãos públicos federais. O debate foi sobre a operacionalização do decreto 8.473/2015, que estabelece que órgãos públicos federais comprem da agricultura familiar, no mínimo de 30% dos gêneros alimentícios que adquirirem.

Na oportunidade, foi criado um Comitê de Trabalho, o qual a Fetraf-RS terá acento, com objetivo de viabilizar o decreto e ampliar a inserção dos produtos da agricultura familiar, em órgãos federais no estado. O comitê reúne entidades como Emater, Conab, Consea, Famurs, governo federal, estadual e movimentos sociais.

O membro da direção da Fetraf-RS e presidente do Sindicato da Agricultura Familiar de Sarandi, Márcio Cássel, lembra que existe um amplo mercado, a ser explorado, para a inserção dos produtos dos agricultores familiares. “Há possibilidade de venda para os quarteis, universidades, hospitais públicos, escolas públicas e uma vasta gama de outros órgãos públicos federais”, salienta. Ele destaca que o decreto, lançado em junho deste ano pela Presidente Dilma Rousseff, cria novas condições de comercialização e é mais uma importante oportunidade para a agricultura familiar.

Sindicato de Mostardas funda Cooperativa de Produção

Com objetivo de organizar a produção, fazer a transição para a agroecologia e o resgate das culturas locais, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Mostardas fundou na última segunda-feira (09), a Cooperativa dos Povos Tradicionais de Mostardas (COOPTRAM). O ato aconteceu na sede do Sindicato dos Servidores Públicos de Mostardas e reuniu lideranças locais e regionais da Fetraf, Poder Público Municipal, entidades como Emater e Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e agricultores familiares.

Para o presidente do sindicato de Mostardas, Tadeu Parciuncula, a Cooptram é uma conquista muito grande e histórica tanto para o sindicato quanto para os agricultores familiares e povos tradicionais do município. “Estamos caminhando na contramão da cultura do individualismo e mostrando que há maneiras de produzir e comercializar de forma coletiva e organizada, valorizando a cultura local e a sustentabilidade”, destaca.

Idealizada há 14 meses, por iniciativa do STR de Mostardas, a Cooptram já reúne 20 famílias de agricultores familiares e povos tradicionais de Mostardas, todos associados do sindicato. Embora recente, a entidade já tem vários projetos para serem implementados, entre eles a Usina de Insumos e a Feira Municipal da Agricultura Familiar e dos Povos Tradicionais.

O presidente do sindicato, Tadeu Perciuncula, explica que a usina de insumos agrícolas objetiva transformar materiais em adubo para a produção de base agroecológica dos agricultores familiares. Já, a feira municipal deverá funcionar semanalmente, junto ao sindicato, e será um espaço de comercialização dos produtos da agricultura familiar e dos povos tradicionais.

Perciuncula salienta que o município de Mostardas tem grande tradição nas sementes crioulas e que a Cooptram atuará de maneira especial para resgatar e ampliar essa produção. “Vamos resgatar e fortalecer a cultura local. Temos dois produtos em especial os quais já estamos trabalhando nesse sentido: o milho cateto e o feijão sopinha”, afirma. Ele enfatiza que esse é o início de um trabalho coletivo, que deverá fortalecer a agricultura familiar, a cultura e a identidade local.

Veja abaixo a composição da diretoria da Cooptram, que terá mandato de três anos:

Coordenador Geral: Ary Bitencourt Vieira
Coordenador Administrativo: Tadeu Perciuncla
Tesoureiro: Rosângela Seffrin
Secretário Geral: Róger Lemos
Secretário Cultural: Alvina Justina

Coordenador da Fetraf-Sul assume presidência do Conselho Estratégico da UFFS

O coordenador da Fetraf-Sul e membro da Fetraf-RS, Rui Valença, assumiu, na última semana, a presidência do Conselho Estratégico e Social da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Os novos integrantes do Conselho permanecem no cargo pelos próximos dois anos.

Rui Valença foi eleito presidente com apoio de todos os campi da UFFS. Ele foi indicado ainda durante o mandato anterior, no sistema de rodízio entre os representantes dos três estados da Região Sul. Conforme Valença, “nesta fase de consolidação a participação da comunidade regional continua sendo primordial. É sempre um desafio e um trabalho de muita responsabilidade”. Em se tratando do Programa de Expansão, o representante da Fetraf-Sul afirma que “a expectativa das comunidades das regiões proponentes é muito grande”.

Ouça a entrevista com Rui Valença:

 

Composição do Conselho Estratégico Social

Membros Natos:

Jaime Giolo – reitor

Ivan Carlos Lago – diretor do Campus Cerro Largo

Lísia Regina Ferreira Michels – diretor do Campus Chapecó

Anderson Andre Genro Alves Ribeiro – diretor do Campus Erechim

Janete Stoffel – diretor do Campus Laranjeiras do Sul

Vanderlei de Oliveira Farias – diretor do Campus Passo Fundo

Antonio Marcos Myskiw – diretor do Campus Realeza

Eni Araújo Malgarim – presidente de conselho comunitário Campus Cerro Largo

Fernanda Fabiana Ledra – presidente de conselho comunitário Campus Chapecó

Douglas Cenci – presidente de conselho comunitário Campus Erechim

João Costa de Oliveira – presidente de conselho comunitário Campus Laranjeiras do Sul

Inácio José Werle – presidente de conselho comunitário Campus Realeza

Membros Indicados pelos conselhos comunitários

Campus Cerro Largo:

Aírton Luís Cossetin; Antônio Cossetin de Oliveira; Gilberto Corazza; Sandra Vidal Nogueira; Susan Chaiana Egevart

Integrantes do Conselho Comunitário – Campus Chapecó

César Bortolin; Paulo Uttig

Campus Erechim:

Andiara Mazutti; Eluando Tonato Mariano; Fábio André Adamczuk; Otávio Kolcheski; Sílvia Santin Bordin

Campus Laranjeiras do Sul:

Bernardino Camilo da Silva; Laureci Coradace Leal; Elemar do Nascimento Cezimbra

Campus Passo Fundo:

Dário Sidnei Dalavy; Miguel Angelo Gasparetto; Paulo César Carbonari; Rafael Kremer; Terezinha Perissinoto

Campus Realeza:

Célio Wessler Boneti; Diego Sigmar Kohwald; Jaci Poli; Paulo de Souza; Sabino Oltramari

Indicação Protocolada

Entidade: Fetraf-Sul

Rui Valença

Plano de Expansão

Ainda na quarta-feira (4), durante a tarde, os membros do Conselho Estratégico Social, do Conselho Universitário, além de dois representantes de cada uma das regiões que propõem a criação de novos campi da UFFS, participaram da segunda sessão conjunta para discussão do Plano de Expansão institucional. A sessão foi compartilhada por meio de videoconferência entre os seis campi.

O principal assunto abordado foi o início do processo de definição dos critérios que serão levados em conta na criação de novos campi da UFFS. Nove propostas estão sendo analisadas (cinco no Rio Grande do Sul e quatro em Santa Catarina). De acordo com o reitor da UFFS, Jaime Giolo, “a ideia é chegar a um conjunto preciso e mensurável de indicadores para uma classificação por prioridades”.

O próximo passo é o envio, pelos integrantes do Fórum formado para aperfeiçoar as proposições encaminhadas pelos campi e pelas comunidades, de propostas de critérios a serem analisados e definidos numa próxima sessão.


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